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QUANTA
A última peça da série QUANTA estava na entrada da exposição.
Ela é icônica porque nasceu assim. Os módulos vivem no ateliê desde 2021 e lá dentro eles passaram por muitas transformações. Mas ela só floresceu quando entendi que eles eram em si, simples ícones que destituiriam sua função pragmática e pularam para a condição estético-perceptiva, e assim eles foram conquistar/datar o mundo real.
Os vectores são os grandes criadores da minha geração.
A corrida da computação gráfica sacode a terra nas diversas camadas, geopolítica, econômica e ambiental… e só um ícone π consegue sair da tela para a gritar na realidade e chamar atenção dos nossos sentidos.
O caminho é óbvio só depois de percorrido. Trabalho longo.
Série concluída, enter.
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